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Recebemos essa mensagem sobre nosso blog. Mensagem a partir da nossa participação na Teia portal do GESAC!
Mário e Cleovane,
Gostei muito de ver a ENC na Teia. Visitei o blog indicado e copiei os textos para usá-los futuramente. Parabéns, pela inclusão. Como dica segue o portal do www.educarede.org.br, é um endereço que estamos, nós, da EEFM Nossa Senhora da Assunção, trabalhando uma Oficina de Criação sob o título TRÊS CLIMAS EM POESIA - CREDE 02.
Carmelita Fernandes Afonso Rodrigues
Cidade:
Distrito Assunção - Itapipoca - Ce
Estado, província ou região:
Ceará
Nosso comentário no site do GESAC
:: Postado por
ENC
às
00h29
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Hoje foi publicada no site do GESAC uma notícia sobre uma ação nossa no sentido da inclusão digital da comunidade. Essa ação tem com norte justamente um princípio muito caro no projeto pedagógico do laboratório de informática da ENC: "toda ação na escola deve ser uma ação pedagógica integrada ao currículo escolar e ao cotidiano escolar". Posteriormente, estaremos falando mais sobre este e outros princípios.
http://b1.adm.idbrasil.org.br/
Informática educativa na escola: instrumento de inclusão digital da comunidade
Enviado por escolanormalcei... em 24 Maio, 2005 - 14:35. Acontece na comunidade
Olá!
Nós somos da Escola Normal de Ceilândia. Desde de 2003, temos acesso à internet graças ao GESAC, entretanto, somente este ano estamos começando um trabalho mais sistemático de atendimento a comunidade.
Um dos princípios de nosso projeto é que toda ação na escola deva ser uma ação pedagógica integrada ao currículo escolar.
Ou seja, qualquer ação deve ser uma oportunidade de desenvolvimento e aprendizagem do educando.
Como nossos alunos, de 3ª e 4ª séries estudam os meios de comunicação e as formas de expressão, como, diário, carta e e-mails. Propusemos que aprendam utilizar essas formas de expressão ensinando aos seus pais.
Em um contexto, no qual, cada vez mais os serviços governamentais são disponibilizados pela internet: acesso à receita federal, inscrição em concursos, etc, ter um e-mail torna-se uma necessidade.
Estamos iniciando essa atividade esta semana, com a abertura das contas e-mails dos alunos. Depois, aprenderão a usar sites de busca e fazer seus blogs.
E esperamos que até junho, eles possam estar recebendo seus pais...
Sobre a questão da informática na escola e inclusão digital da comunidade estamos propondo a construção de um livro neste site. O que vocês acham?
Abraços
Mário e Cleovane
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ENC
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15h40
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Não esqueça as perguntas fundamentais
Rubem Alves:
RUBEM ALVES
colunista da Folha de S.Paulo - Caderno Sinapse – 25/02/03
Vou contar para vocês uma estória. Não importa se verdadeira ou imaginada. Por vezes, para ver a verdade, é preciso sair do mundo da realidade e entrar no mundo da fantasia...
Um grupo de psicólogos se dispôs a fazer uma experiência com macacos. Colocaram cinco macacos dentro de uma jaula. No meio da jaula, uma mesa. Acima da mesa, pendendo do teto, um cacho de bananas.
Os macacos gostam de bananas. Viram a mesa. Perceberam que, subindo na mesa, alcançariam as bananas. Um dos macacos subiu na mesa para apanhar uma banana. Mas os psicólogos estavam preparados para tal eventualidade: com uma mangueira deram um banho de água fria nele. O macaco que estava sobre a mesa, ensopado, desistiu provisoriamente do seu projeto.
Passados alguns minutos, voltou o desejo de comer bananas. Outro macaco resolveu comer bananas. Mas, ao subir na mesa, outro banho de água fria. Depois de o banho se repetir por quatro vezes, os macacos concluíram que havia uma relação causal entre subir na mesa e o banho de água fria. Como o medo da água fria era maior que o desejo de comer bananas, resolveram que o macaco que tentasse subir na mesa levaria uma surra. Quando um macaco subia na mesa, antes do banho de água fria, os outros lhe aplicavam a surra merecida.
Aí os psicólogos retiraram da jaula um macaco e colocaram no seu lugar um outro macaco que nada sabia dos banhos de água fria. Ele se comportou como qualquer macaco. Foi subir na mesa para comer as bananas. Mas, antes que o fizesse, os outros quatro lhe aplicaram a surra prescrita. Sem nada entender e passada a dor da surra, voltou a querer comer a banana e subiu na mesa. Nova surra. Depois da quarta surra, ele concluiu: nessa jaula, macaco que sobe na mesa apanha. Adotou, então, a sabedoria cristalizada pelos políticos humanos que diz: se você não pode derrotá-los, junte-se a eles.
Os psicólogos retiraram então um outro macaco e o substituíram por outro. A mesma coisa aconteceu. Os três macacos originais mais o último macaco, que nada sabia da origem e função da surra lhe aplicaram a sova de praxe. Este último macaco também aprendeu que, naquela jaula, quem subia na mesa apanhava.
E assim continuaram os psicólogos a substituir os macacos originais por macacos novos, até que na jaula só ficaram macacos que nada sabiam sobre o banho de água fria. Mas, a despeito disso, eles continuavam a surrar os macacos que subiam na mesa.
Se perguntássemos aos macacos a razão das surras, eles responderiam: é assim porque é assim. Nessa jaula, macaco que sobe na mesa apanha... Haviam se esquecido completamente das bananas e nada sabiam sobre os banhos. Só pensavam na mesa proibida...
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ENC
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00h17
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As perguntas fundamentais (continuação)
Vamos brincar de "fazer de conta". Imaginemos que as escolas sejam as jaulas e que nós estejamos dentro delas... Por favor, não se ofenda, é só faz-de-conta, fantasia, para ajudar o pensamento. Nosso desejo original é comer bananas. Mas já nos esquecemos delas. Há, nas escolas, uma infinidade de coisas e procedimentos cristalizados pela rotina, pela burocracia, pelas repetições, pelos melhoramentos. À semelhança dos macacos, aprendemos que é assim que são as escolas. E nem fazemos perguntas sobre o sentido daquelas coisas e procedimentos para a educação das crianças. Vou dar alguns exemplos.
Primeiro, a arquitetura das escolas. Todas as escolas têm corredores e salas de aula. As salas servem para separar as crianças em grupos, segregando-as umas das outras. Por que é assim? Tem de ser assim? Haverá uma outra forma de organizar o espaço, que permita interação e cooperação entre crianças de idades diferentes, tal como acontece na vida? A escola não deveria imitar a vida?
Programas. Um programa é uma organização de saberes numa determinada sequência. Quem determinou que esses são os saberes e que eles devem ser aprendidos na ordem prescrita? Que uso fazem as crianças desses saberes na sua vida de cada dia? As crianças escolheriam esses saberes? Os programas servem igualmente para crianças que vivem nas praias de Alagoas, nas favelas das cidades, nas montanhas de Minas, nas florestas da Amazônia, nas cidadezinhas do interior?
Os programas são dados em unidades de tempo chamadas "aulas". As aulas têm horários definidos. Ao final, toca-se uma campainha. A criança tem de parar de pensar o que estava pensando e passar a pensar o que o programa diz que deve ser pensado naquele tempo. O pensamento obedece às ordens das campainhas? Por que é necessário que todas as crianças pensem as mesmas coisas, na mesma hora, no mesmo ritmo? As crianças são todas iguais? O objetivo da escola é fazer com que as crianças sejam todas iguais?
A questão é fazer as perguntas fundamentais: por que é assim? Para que serve isso? Poderia ser de outra forma? Temo que, como os macacos, concentrados no cuidado com a mesa, acabemos por nos esquecer das bananas...
Rubem Alves, 65, é educador e escritor. Lançou recentemente dois CDs musicados com histórias para crianças —"Quatro Estórias" e "Rubem Alves Conta Estórias". Está relendo "Testamentos Traídos", de Milan Kundera.
Site - www.rubemalves.com.br
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ENC
às
00h15
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Projeto Pedagógico = Plano de Ação???
"No princípio era o verbo"...
Princípios, sem eles qualquer atividade perde o sentido.
Por isso, antes de escrever sobre nossas atividades, falemos de nossos príncipios...
O professor Vasco Moretto nos diz que são justamente os princípios que constituem a essência do projeto pedagógico de uma instuição educacional.
Mas, muitas vezes, confundimos plano de ação com projeto pedagógico.
Naquele, define-se ações e metas para um determinado período.
Neste, define-se princípios éticos-políticos, princípios epistemológicos e princípios didatático-pedagógicos.
Aquele tem prazo de validade, está relacionado com um período, com um grupo...
Este é perene, transcende direção, grupos de professores, está relacionado com a história instituição, com sua identidade...
Mas, será por que nós educadores confundimos projeto com plano de ação? A quem interessa essa confusão entre fim e meio? Que situações são perpetuadas quando educadores se preocupam somente em definir ações em detrimento de discutir princípios...?
Uma história contada por Rubem Alves pode trazer uma contribuição importante para a reflexão sobre essas questões.
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ENC
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23h44
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Escola Normal de Ceilândia - Outono 2005
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ENC
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09h24
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“Nós educadores não podemos esquecer jamais que em torno dos muros de uma escola, há uma comunidade, um bairro, uma cidade, com suas histórias, geografias e instituições, com seus movimentos sociais, políticos e culturais"Links
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3anosdeluta - 3º A 2004 ENC
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